Fevereiro 22 2017

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Este percurso situa-se em redor da povoação de Arrimal onde uma grande diversidade de aspetos pode ser observada.

O bosque - de carvalho-cerquinho) e carvalho-negral - este último, uma relíquia de tempos remotos em que o clima da serra era mais frio - os matos, a agricultura, os pontos de água, a arquitetura tradicional, o relevo e a compartimentação da paisagem, entre outros, são alguns dos atrativos deste percurso que culmina no Arco da Memória, importante marco divisório das terras atribuídas por D. Afonso Henriques aos monges de Cister, conforme reza a história.

 

Extensão: 7 km.
Duração: 3 h.
Dificuldade: baixa.

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:37

Janeiro 30 2017

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A Igreja de Saint-Séverin em Paris é uma das mais antigas igrejas que permanece em pé na margem esquerda do Sena.

A Igreja é dedicada a Séverin, que era um eremita que lá morava e orou num pequeno Oratório rudimentar. Após a morte de Séverin, uma basílica foi construída no local. Este foi destruído pelos Vikings e o edifício da Igreja actual foi iniciado no século XI, embora as suas principais características sejam o gótico tardio e datam do século XV.

O interior da Igreja inclui vitrais antigos e um conjunto de sete janelas modernas por Jean René Bazaine, inspirado por sete sacramentos da Igreja Católica, em torno do ambulatório. Também inclui pilares incomuns em forma de troncos de árvore de Palma, que trazem à mente o pilar do aprendiz na capela de Rosslyn. A construção do coro em mármore foi possível graças a doações de Ana, Duquesa de Montpensier, prima de Louis XIV. O órgão é de Jean Ferrand.

Uma preciosidade que apesar de escondida por tanta monumentalidade em Paris merece uma visita demorada.

publicado por blackcrowes às 11:36
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Dezembro 28 2016

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Baiona é um dos municípios que fazem parte da província de Pontevedra, é uma da bela localidade muito perto de Portugal. É obrigatório perder-se pelas ruas no «casco» histórico, e deslumbrar-se com a vida, as embarcações ao longo do passeio marítimo.

Um dos mais emblematicos episodios da sua historia foi quando em 1493 chega ao seu porto, a Caravela Pinta, capitaneada por Martin Alonso Pinzón, dando em primeira mão a notícia do descobrimento da América por Colombo.

O seu magnifico parador do Castillo de Monterreal "A sul das Rías Baixas, protegida do mar aberto por uma bonita baía, encontra-se a península de Monterreal, é nela que o Parador de Baiona espera por si. A fortaleza oferece as suas muralhas para passear, descansar ou tomar uma bebida em frente do mar em entardeceres de sonho, tendo ao longe as Ilhas Cíes que o convidam a visitar os seus alcantilados, as praias e as dunas, fundos marinhos e caminhos virgens." - Paradores de Espanha

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:48

Outubro 12 2016

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Do património natural do concelho de Bombarral destacam-se as grutas ocupadas por humanos há milhares de anos. Para além do Paleolítico Superior e Médio, ainda existem níveis do Neolítico que fornecem um espólio, entre machados de pedra polida a estatuetas antropomórficas de terracota, testemunhos arqueológicos provenientes do homem de Neanderthal.

A Gruta Nova da Columbeira está localizada numa encosta do Vale do Roto, esta foi descoberta em 1962. Sendo considerada uma das poucas grutas portuguesas ocupadas durante o paleolítico e uma das que disponibilizou uma oferta arqueológica do Homem de Neanderthal. Segundo as datações obtidas, esta gruta apresenta uma atividade de ocupações paleolíticas com 30.000 anos a.C. Ou seja, esta gruta foi ocupada intensamente por populações paleolíticas, tanto por residência permanente como por curtos períodos sazonais. Quando observada, a fauna realça a presença de hienas das cavernas, lobos, ursos pardos, veados, cabras montês e auroques.

A Gruta da Lapa do Suão também se encontra no Vale do Roto, foi descoberta por volta de 1880, por Carlos Ribeiro, o primeiro escavador. Nesta gruta é possível constatar ocupações oriundas do Paleolítico Superior e Neolítico, que fornecem legados como machados de pedra polida, ídolos-placa decorados, pequenas estatuetas zoomórficas de coelhos e uma estatueta antropomórfica, feita de terracota. Mas também foram encontrados ossos carbonizados, vasos de cerâmica e uma taça decorada com ornatos brunidos, que formam um motivo floral, materiais fúnebres atribuídos à Idade do Bronze.

 

Informação tirada de -  http://portal.oesteglobal.com/Natureza_Bombarral#.V_4QZeUrKM8

publicado por blackcrowes às 11:20
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Agosto 04 2016

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Tipologia Linear
Distância 10Km 
Duração aproximada 3:00h 
Tipo de piso Caminhos rurais
Grau de dificuldade Baixo
Local de Partida Museu da Lourinhã
Local de Chegada Forte do Paimogo

O percurso inicia-se no Museu da Lourinhã, dirigindo-se de seguida para a Igreja de Santa Maria do Castelo. Após visita ao local, sobe-se mais um pouco, ao cruzeiro, de onde se obtém grandes panorâmicas da vila. De regresso ao caminho, este prossegue em direção a Labrusque. Depois de se atravessar uma pequena ribeira, toma-se à direita um caminho de asfalto que se deixa passado uns 500 metros, entrando então por caminhos agrícolas até aquela localidade, perfeitamente identificável pelo seu moinho. Aqui, deixa-se o asfalto, dirigindo-se para a costa por um caminho inicialmente entre campos de cultivo e depois por uma zona dunar de onde se obtém extra. Chegando-se à Praia do Areal, continua-se para Norte, pelo areal, até à ponte de madeira na qual se atravessa o rio Grande. Neste local toma-se o passeio marítimo até à Pousada da Juventude voltando-se ao asfalto, caminhando sempre para norte, portanto com o mar à esquerda. Passados cerca de 2km, abandona-se a estrada e toma-se um pequeno carreiro que desce para a Praia do Caniçal. Aqui, toma-se um estradão que se encaminha de novo para a estrada e para o Forte de Paimogo, já ali à frente. (tirado do folheto do percurso, consultar o site da C. M. Lourinhã)

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 10:56
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Julho 29 2016

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 O "Criar mudança através da Arte Urbana", iniciativa das associações Boutique da Cultura e Crescer a Cores, foi um dos vencedores do programa BIP-ZIP (Bairros de Intervenção Prioritária - Zonas de Intervenção Prioritária) da Câmara Municipal de Lisboa na edição 2015-2016.

Esta iniciativa está a mudar este bairro de Lisboa e estima vir a ter muitas dezenas de murais completos.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:22
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Maio 10 2016

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A Cascata da Frecha da Mizarela, ou simplesmente Frecha da Mizarela, é uma queda de água localizada na Serra da Freita, junto da povoação de Mizarela, concelho de Arouca, Área Metropolitana do Porto, Distrito de Aveiro.

Esta cascata localiza-se em pleno rochedo granítico do planalto da Serra da Freita, a uma altitude de cerca de 970 metros. É alimentada pelas águas do rio Caima e apresenta uma altura que ronda os 75 metros, sendo desta forma uma das mais altas da Europa, fora da Escandinávia e dos Alpes.

Como o granito é mais resistente à erosão fluvial do rio Caima do que a generalidade dos xistos e grauvaques, ao longo do tempo formou-se um assinalável desnível, tendo-se originado a queda de água. Todavia, além da erosão diferencial, considera-se ainda que a orientação dos sistemas de falhas que afectam todo o bloco da Serra da Freita tiveram influência directa na formação desta escarpa singular.

Esta cascata localiza-se numa paisagem serena rodeada por uma atmosfera campestre e bucólica onde a natureza se encontra num estado puro.  - Retirado da Wikipedia

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:56
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Abril 12 2016

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Extensão aproximada: 10,1 km.
Duração aproximada: 2h 30m
Grau de dificuldade: 2 
Tipo de itinerário: Linear
Ponto de partida / chegada: EN-10 – Vila Fresca de Azeitão – Quinta da Bacalhoa / EN-379 perto das aldeias de Irmãos e Oleiros
Pontos de interesse: panorâmica para sul 

Breve descrição: Junto ao Moinho do Cuco a poente, grande panorâmica sobre o Vale de Picheleiros e toda a vertente Norte das Serras da Arrábida e do Risco.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:54

Abril 01 2016

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Percurso pedestre circular de Pequena Rota, com início e chegada a Vila de Rei. Este trilho efectua-se ao longo da ribeira do Lavadouro, ribeira do Vale Feito e ribeiro da Vila. A natureza dotou generosamente este percurso, ao permitir com os seus caprichos, a formação de várias cascatas nos seus vales rochosos, com recantos e paisagens magníficas.

 

O facto de apresentar características diferenciadas confere um ambiente muito tranquilo e relaxante a este percurso, envolvido numa paisagem selvagem em que é possível associar o encanto das cascatas com a existência de numerosas aves e uma flora específica.

 

Retirado de -  http://www.cm-viladerei.pt/index.php/pt/visitar-2/percursos#percurso-de-pequena-rota-trilho-das-cascatas

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 12:17

Fevereiro 03 2016

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Grutas necrópoles do Vale da Calada:

"A pequena aldeia de Olelas, a vinte e tantos quilómetros de Lisboa, para Noroeste, e a uns 800m a nascente da estação de Sabugo, na linha férrea de Oeste, à qual está ligada por um caminho, encontra-se à altitude de 200m num socalco da vertente da serra de Olelas, série de pequenas colinas extremamente pedregosas, na mais setentrional das quais se vê a pirâmide geodésica, do mesmo nome.

A Nordeste de Olelas entre o Cabeço do Norte e o do Sul, o Picôto, escava-se como dissemos, um apertado vale denominado Vale da Calada, de vertentes abruptas em que a rocha se mostra a nu nas partes superiores e coberta de carrascos nas menores altitudes. E mesmo este aspecto que distingue bem os dois cabeços das terras vizinhas que pelo contrário estão bem aproveitadas em culturas diversas e com algum arvoredo, fazendo-os destacar notavelmente na paisagem para quem vai da estação do Sabugo.

Estes dois maciços rochosos, caprichosamente recortados, pela erosão que neles esculpiu inúmeras anfractuosidades, apresentam nos seus flancos que formam o vale as três citadas furnas de desigual importância.

Na vertente meridional do vale a Cova da Raposa, a maior das três furnas, tem a sua dupla abertura voltada ao Norte e dando para um pequeno terraço cortada a meio por um curioso arco natural, esculpido na rocha, lembrando um arco butante de catedral gótica, bastante largo na parte superior e adelgaçando para a base que está desviada da prumada para o lado do poente.

As duas grutas são separadas, da boca até cerca de 4m para o interior, por rocha perfurada num e noutro lado e em diversos pontos por pequenas aberturas, que a atravessam.

A Cova do Biguino, é uma gruta mais regular, situada na encosta Norte com a boca voltada para Sudoeste e abrindo num pequenino terraço a uma altura superior a uns 10m à da fronteira Cova da Raposa.

Dum modo geral, foram recolhidos nestas grutas, ossos humanos e de animais, instrumentos de silex, cerâmica, contas e alguns objectos de diorite, e nas estações de superfície, diversos instrumentos de silex e principalmente cerâmica. Não nos foi possível constatar no local a existência de rocha contendo silex, mas é natural o seu encontro nas vizinhas camadas de calcário turoniano à semelhança do que sucede com as camadas desse calcário existentes, por exemplo, nas proximidades de Paço de Arcos que apresentam nódulos de sílex, a menos de que os sílices de que esses povos dispunham, provenham do comércio com os vizinhos, vivendo mais para o Sul, que lhes trariam os núcleos, matéria prima para muitas das suas armas e instrumentos.

Os instrumentos líticos encontrados não são suficientes para caracterizar, dentro do neolítico, uma época, pois que se reduzem a um machado, fragmentos doutros, pilões, facas, raspadores, lascas e núcleos de silex, percutores e algumas contas, com persistência de tipos do paleolítico nalguns casos. Já porém, a cerâmica, infelizmente muito fragmentada é, a nosso ver, pela sua ornamentação, mais característica." - Retirado do site da União das Freguesias de Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar.

 

 Povoado fortificado da Serra de Olelas:

O arqueossítio designado por "Complexo arqueológico de Olelas (Serra de Olelas)" reporta-se a um povoado fortificado e a dois monumentos de planta circular escavados nos anos cinquenta por Eduardo da Cunha Serrão e Eduardo Prescott Vicente, que os interpretaram, então, como monumentos sepulcrais.
Contudo, as escavações conduzidas no local por João Ludgero Marques, entre os finais da década de oitenta e os inícios dos anos noventa, colocaram a descoberto alguns troços de muralha e uma "semi-torre" a eles adossada, obrigando, por conseguinte, a uma revisão do entendimento anterior e a própria análise das estruturas circulares como partes integrantes de um hipotético complexo sistema defensivo calcolítico (GONÇALVES, J.L.M., 1993, p. 38), de configuração quadrangular e complementado pelas duas falésias rochosas aí existentes.
Inserido no contexto das comunidades desenvolvidas no Ocidente Peninsular entre os 4.º e o 3.º milénios a.C., este povoado faria, certamente, parte de uma rede mais alargada de pequenos povoados, mas cujo desconhecimento tem decorrido, sobretudo, do facto de os localizados em altura apresentarem uma monumentalidade aparentemente ausente naqueles. Uma abordagem que se adequará, no fundo, às leituras efectuadas nos últimos anos na nossa Arqueologia, onde, no âmbito de uma interpretação pós-processual, se têm analisado as ocorrências escavadas de um ponto de vista menos determinista e mais heterogéneo, respeitando as especificidades naturalmente imputadas a cada região e às necessidades próprias de cada comunidade que neles habitava, como tantos outros povoados, fortificados, ou não, defensivos, ou não, atendendo à sua plurifuncionalidade. Em todo o caso, os dados colhidos no povoado de Olelas parece evidenciar uma realidade comum a muitos outros arqueossítios similares: o seu abandono ainda em pleno Calcolítico, embora as suas causas ainda não sejam totalmente compreensíveis.
Quanto ao espólio exumado no local, destaca-se um ídolo de cornos, característico deste horizonte cultural da Península de Lisboa, encontrado em 1992 no interior da "semi-torre" e na unidade estratigráfica calcolítica, imediatamente sobreposta à neolítica. Além deste artefacto, as investigações realizadas em meados do século XX (vide supra) permitiram recolher diversos fragmentos de cerâmica incisa e impressa, aparentemente associados a vasos de bordo denteado e a taças carenadas (CARDOSO, J.L., 1994, p. 63). [AMartins]

- Retirado do site da DGPC 

 

Uma visita a esta serra e a este vale em particular, é uma experiencia inesquecivel tal a quantidade de pontos de interesse historico e paisagistico que podemos encontrar.

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 11:35
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"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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