Dezembro 28 2010

 

 

 

 

 

 

Situadas um pouco a norte da Figueira da Foz, as lagoas de Quiaios são três lagoas facilmente acessíveis. Rodeadas por abundante vegetação, albergam um grande número de aves aquáticas, que se deixam observar relativamente bem.

Contudo este local paradisíaco é constantemente ameaçado pela poluição resultante dos produtos químicos, usados na agricultura nos terrenos que o rodeiam.
Um belo lugar a visitar que merece o pequeno desvio do IC1, que parte da Figueira da Foz no sentido de Aveiro.

publicado por blackcrowes às 10:35

Dezembro 20 2010

 

 

 

 

 

Como estamos nesta quadra especial, quis aqui colocar algo que tivesse alguma ligação com ela.

Estas três oliveiras milenares de grande beleza, localizadas em Azeitão, que estão catalogadas como árvores de Interesse Publico, possuem 2000 anos de vida. Imaginar que foram contemporâneas do nascimento de Jesus, mesmo a uma distância física do tamanho do Mediterrâneo é algo fantástico, ou pensar nas gerações humanas que ao lado delas passaram, na sua sombra se sentaram, ou os seus frutos recolheram, são exercícios mentais que me entusiasmam. Sente-se isto muito mais, quando no local lhes tocamos e podemos apreciar o seu tronco fendido, retorcido e com múltiplas cavidades de onde partem varas que mantém a copa verde.

 

 

 

Aqui estão os dados técnicos de uma delas, retirados da ficha das árvores classificadas do Ministério da Agricultura.

 

Perímetro da base 6 metros

Diâmetro da copa 10 metros

Altura 11,40 metros

Idade 2000 anos

publicado por blackcrowes às 10:46
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Dezembro 13 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos percorrer agora um dos trechos mais pitorescos e estupendamente belos de toda a costa portuguesa. São fragas enormes abrindo fauces negras e profundas, horripilantes que dão vertigens e onde as águas rugem coléricas, lascas planificadas e pardacentas escorregando sobre o mar, gestos, frémitos vivos e petrificados que tomaram jeito de monstros ou de icebergs formidáveis, fortalezas assaltadas pelas ondas, paisagens de ilha deserta onde os corvos grasnam e o mistério habita. De quando em quando no fundo das escarpas abre-se uma praiazinha que os grandes morros separam do mundo, e onde a solidão é trágica e fatal. Dir-se-ia, uma vez metidos naqueles antros, que só existem aquelas rochas carcomidas, aqueles abismos e aquele mar infindo – e que tudo mais é sonho ou não existe.

No primeiro guia de Portugal de 1924 - volume "Lisboa e arredores"

publicado por blackcrowes às 13:59
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Dezembro 10 2010

 

 

 

Em baixo, ao longo do aterro alto, que foi necessário levantar e amparar com um muro para se poder nivelar a rua Nova da Alfandega, corre a velha e pitoresca rua de Miragaia, assente em arcadas, de longe a longe inundada pelas grandes cheias do rio Douro. È o trecho mais típico desta velha zona ribeirinha do Porto. As casas são pequenas e pobres, mas muito típicas, com as suas varandas de granito, de gradeamento singelo e uma ou outra gelosia sobrevivente. O primeiro piso fica ao nível da rua moderna, onde passam os carros eléctricos e os automóveis, que transitam pela estrada marginal, via Massarelos-Foz.

No primeiro guia de Portugal - volume "Entre Douro e Minho - I Douro Litoral"

publicado por blackcrowes às 10:30
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Dezembro 06 2010

 

 

 

 

 

 

 

"Capela das Almas, interessante pelos grandes painéis de azulejos (do séc. XX, imitação do séc. XVIII) de que está inteiramente revestida a fachada e a parede lateral voltada ao Sul.

Os motivos são diversos. Um dos mais impressivos, pela composição e enquadramento arquitectónico, é o que representa a Morte de S. Francisco de Assis.

Os outros painéis figuram: Santa Catarina, numa controvérsia teológica: o Martírio de Santa Catarina; S. Francisco de Assis em presença do Papa Honório III; S. Francisco de Assis levado pelos Anjos. Foram pintados por Eduardo Leite, ceramista de relativo mérito.

Tanto a fachada como a nave são equilibradas e sóbrias. Abóbada de pedra cilíndrica, reforçada por quatro arcos torais. Sob a capela há uma espaçosa cripta, hoje encerrada.

No brasão que culmina o alçado distingue-se o emblema do arago e a roda de navalha, evocativa do suplício da santa."

 No primeiro guia de Portugal de 1924 - volume "Entre Douro e Minho - I Douro Litoral"

publicado por blackcrowes às 16:07
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"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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