Setembro 20 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Existem poucas cidades suíças localizadas em sítios tão dramáticos como Martigny, está anichada num vale largo, com encostas que sobem para os céus, cobertas de florestas e vinhas.

    O rio Rhône depois de correr mais de100 quilómetrosa direito no seu vale, faz um ângulo súbito mesmo em Martigny, seguindo depois entre montanhas para o Lago Leman.

    Os pontos altos à volta da cidade permitem vistas magnificas da mesma e dos seus monumentos, como o castelo de Batiaz, o anfiteatro romano, ou a Fundação de arte Pierre Gianadda.

    Uma cidade fantástica, onde tenho amigos, e onde me senti seguro como em minha casa, um lugar inesquecível, com uma aura especial.

 

 

publicado por blackcrowes às 17:39
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Setembro 12 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Castelo de Chillon é um dos castelos da Suíça mais conhecidos em todo o mundo, além de ser o monumento suíço mais visitado e um dos mais bem preservados da Europa, estando classificado como monumento histórico. Situa-se numa das margens do Lago Léman, em Veytaux, a três quilómetros de Montreux. De forma oblonga, mede110 metros de comprimento por 50 de largura, culminando com uma torre de menagem de25 metros de altura. Foi construído sobre um rochedo, um ponto de protecção natural e estratégico para controlar a passagem entre o sul e o norte da Europa. De um lado, é uma magnífica residência à beira do lago e, do outro, uma imponente fortaleza em frente às montanhas.

O arqueólogo Albert Naef descobriu que o castelo foi ocupado desde a Idade do Bronze e que, actualmente, é resultado de muitos séculos de construções e restaurações. Não é possível datar com exactidão o seu ano de construção, mas os primeiros registos escritos do castelo são de 1150. Foi sucessivamente ocupado pela Casa de Sabóia, depois pelos bernenses, de1536 a1798, desde então pertence ao Estado de Vaud.

No passado, personalidades como Goethe e Hemingway visitaram o castelo na Suiça, enquanto outras, como Rousseau, Victor Hugo e Lord Byron, o enalteceram. O mais famoso dos seus prisioneiros foi Fançois Bonivard, um monge e político de Genebra, que incitou o povo a revoltar-se contra a Casa de Sabóia e ficou preso por quatro anos. A sua história inspirou o poeta Lord Byron a escrever "O prisioneiro de Chillon", de 1816.

As partes mais visitadas do local são a famosa prisão de Bonivard, que fica no subsolo e, como as outras salas subterrâneas, lembra as catedrais góticas do século XIII, a Camera Domini, uma sala extraordinária pintada com símbolos medievais, a capela, uma belíssima construção religiosa com pinturas do século XIV, as quatro principais salas com janelas voltadas para o Lago Léman, três pátios na entrada que hoje são usados para eventos, entre outros. Ao todo, o castelo é constituido por 25 edifícios unidos por corredores e passarelas. Apresenta ainda colecções de mobiliário, objectos de estanho e armas antigas. – Wikipedia

 

Como tenho andado muito ocupado e com falta de tempo para escrever os textos que acompanham as minhas fotografias, decidi colocar aqui informação retirada da Wikipedia, senão continuaria a adiar o aparecimento de novos “posts”.

Espero que gostem destas fotografias do castelo de Chillon, um lugar verdadeiramente mágico… vão seguir-se mais paisagens e monumentos suíços.

 

publicado por blackcrowes às 11:40
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"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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