Agosto 28 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

"Tudo nesta aldeia sempre girou em torno da água. Hoje é sinónimo de lazer e a razão perfeita para uma visita prolongada. Principalmente nos dias quentes de Verão: Mosteiro goza do privilégio de ter uma praia dentro da povoação.

Mosteiro é uma pequena localidade de cariz rural, onde a água e a agricultura são elementos fundamentais que condicionaram positivamente o seu desenvolvimento, possuindo o maior regadio do concelho de Pedrógão Grande. A Aldeia do Mosteiro desenvolveu-se na margem direita da ribeira de Pera. Os terrenos férteis situados perto do leito da ribeira, promoveram a criação de hortas e moinhos que sustentavam a população da aldeia que vivia da agricultura de subsistência. Por isso mesmo, visita obrigatória são os moinhos, as levadas, os lagares e regadios que serviram como infraestruturas base durante séculos para a sustentação desta aldeia, e que agora servem de polos de atração turística.

A implantação da povoação neste local tirou partido da configuração aberta do vale com a consequente disponibilização de terrenos agrícolas. Dividida pela ribeira, a parte da aldeia na margem esquerda apresenta uma malha urbana complexa e difusa que apenas se estrutura em redor da pequena igreja do recente edifício da Associação do Mosteiro ou da estrada que atravessa a povoação." - Em http://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/mosteiro

 

O pequeno trilho "PGR PR6 - Rumando Contra a Corrente em Direção ao Açude", é uma maneira admirável de conhecer a aldeia de Mosteiro, a ribeira de Pêra e a sua galeria de carvalhos, amieiros e salgueiros, bem como uma grande profusão de fetos e medronheiros. Podemos ver as marcas do homem com a sua simbiose com a natureza através de antigos sistemas de rega, com os seus açudes e levadas, bem como, as ruinas de velhos moinhos e de lagares de azeite. Ao longo do ano a mudança das estações transformam este percurso, pelo que é aconselhavel de o repetir em diferentes alturas. Posteriormente fiz o outro percurso da zona o "PGR PR5 na Senda da Ribeira de Pêra" que aqui colocarei oportunamente.

 

publicado por blackcrowes às 16:34

Agosto 13 2014

 

 

 

 

 

 

 

"A 10 km do Centro Geodésico de Portugal, a aldeia de Água Formosa esconde-se entre a Ribeira da Corga e a Ribeira da Galega, numa encosta soalheira. À chegada, recebe-nos o sossego, intercalado com o som da água por entre as pedras dos leitos das ribeiras.

Aqui ainda se encontram evidências das tradições antigas, como os vários fornos a lenha espalhados pela aldeia; mas também evidências de tradições ligadas à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia o melhor da relação entre Homem e Natureza. Ou não derivasse o nome da aldeia de aqui se encontrar uma fonte de água formosa.

Em Água Formosa, os declives das encostas são acentuados e os afloramentos rochosos uma constante. O casario encontra-se maioritariamente na margem esquerda da ribeira, tirando partido da sua exposição soalheira.

Nesta aldeia somos cativados pela sincera simpatia dos habitantes, pelo caminho calcetado que conduz à fonte de água puríssima, um antídoto para o calor que também mata a sede de descanso. Experimente ainda atravessar a ponte pedonal sobre a ribeira para apreciar uma outra perspectiva da aldeia.

Com a requalificação da aldeia surgiram novos habitantes: de quatro em 2002, a aldeia conta atualmente com nove habitantes permanentes. Uma unidade de alojamento surgiu num dos últimos anos. E uma a uma as restantes casas vão sendo recuperadas. Aos fins-de-semana chegam os residentes temporários, que partem com ânsia de em breve regressarem. Há novas  hortas à volta de toda a aldeia e árvores de fruto. A aldeia revive."

- retirado do site das Aldeias de Xisto - http://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/%C3%A1gua-formosa onde pode ser consultada mais informação, assim como a descrição do percurso pedestre:

 "O Caminho do Xisto de Água Formosa aproveita os antigos trilhos dos moleiros e agricultores que, num passado ainda recente, conduziam às azenhas e aos matos envolventes, às ribeiras da Galega e da Valada.

Saindo de Água Formosa caminhamos junto à Ribeira Galega seguindo este belo curso de água para montante. No caminho passamos por uma Fonte, que ainda hoje é usada pela população, e por alguns afloramentos rochosos de razoável dimensão. Mais à frente, junto à linha de água, seguimos uma levada que nos vai levar a um açude onde se podem ver as ruínas de uma azenha. O caminho segue sempre junto à ribeira conduzindo-nos até um antigo lagar de azeite que servia a população local. A partir deste ponto e até à aldeia de Vilar Chão o percurso segue à sombra de uma mancha de pinheiros mas sempre com a Ribeira da Valada por perto. Seguindo o antigo caminho, que unia Vilar Chão e Água Formosa, encontramos ainda uma outra fonte antes de tomar o caminho que já tínhamos percorrido e chegamos novamente a Água Formosa. Este Caminho do Xisto é um percurso circular, mais ou menos plano, com 7.43 km , que apresenta pequenos relevos acessíveis ao visitante. Em cada recanto encontrará fortes motivos de fruição de uma natureza que convida à contemplação."

 

publicado por blackcrowes às 15:03

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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