Abril 10 2012

 

 

 

 

 

O aqueduto da Amoreira em Elvas, é uma marca inconfundível desta cidade. Tem 8,5 quilómetros de extensão, 843 arcos, cinco arcadas e 31 metros de altura.

 

Com a sua construção iniciada em 1537, pelo arquitecto Francisco de Arruda a mando de D. João III, as obras foram interrompidas e continuadas em diversas ocasiões, só se considerando finalizado em 1620.

 

Segundo Ramalho Ortigão - "Várias gerações sucessivas acarretaram para esta construção os materiais, e lentamente, pacientamente, foram colocando pedra sobre pedra, para que um dia a água chegasse a Elvas, e bebessem dela os netos dos  netos daqueles que de tão longe principiaram a recolhê-la e a canalizá-la. Uma tal empresa é a humilhação e a vergonha do nosso tempo, incapaz de pagar com igual carinho ao futuro aquilo que deve à previdencia, aos sacrificios e aos desvelos do passado."

 

Monumento nacional desde 1910, está considerado o maior aqueduto da Península Ibérica.

publicado por blackcrowes às 15:07
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Este grandioso aqueduto é uma obra-prima magnífica, que na época devia ter sido um castigo para a erguer.
È bom rever a terra dos meus antepassados, através das maravilhosas fotografias do meu amigo.
Conceição Liberato
Anónimo a 10 de Abril de 2012 às 15:50

O escritor chama-se Ramalho Ortigão e não com «U».
Se possível corrijam.
Obrigada
Lu a 26 de Abril de 2013 às 14:56

Teria sido pois este aqueduto em que o sr Pero Borges desviou dinheiro da fazenda pública, ou melhor do reino de D. João 3º vindo este depois para o Brasil " Baía de todos os santos? Não é a toa que este meu país começou bem sendo enviado um condenado pela justiça lusitana para ser ouvidor-mor aqui na terras dos trópicos. Esse D. João com todo respeito era um alienado.... Queria puni-lo, ou melhor promovendo sendo que pagava seus proventos adiantados conforme relatos dos historiadores, não é a toa que a América teve uma colonização de ocupação e desenvolvimernto bem mais organizada, e correta, parece que a semente da podridão e da sujeira, corrupção fora lançada pelo Vossa Majestade D. João 3º
Gilberto Cardoso a 19 de Novembro de 2013 às 23:39

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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