Fevereiro 03 2016

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Grutas necrópoles do Vale da Calada:

"A pequena aldeia de Olelas, a vinte e tantos quilómetros de Lisboa, para Noroeste, e a uns 800m a nascente da estação de Sabugo, na linha férrea de Oeste, à qual está ligada por um caminho, encontra-se à altitude de 200m num socalco da vertente da serra de Olelas, série de pequenas colinas extremamente pedregosas, na mais setentrional das quais se vê a pirâmide geodésica, do mesmo nome.

A Nordeste de Olelas entre o Cabeço do Norte e o do Sul, o Picôto, escava-se como dissemos, um apertado vale denominado Vale da Calada, de vertentes abruptas em que a rocha se mostra a nu nas partes superiores e coberta de carrascos nas menores altitudes. E mesmo este aspecto que distingue bem os dois cabeços das terras vizinhas que pelo contrário estão bem aproveitadas em culturas diversas e com algum arvoredo, fazendo-os destacar notavelmente na paisagem para quem vai da estação do Sabugo.

Estes dois maciços rochosos, caprichosamente recortados, pela erosão que neles esculpiu inúmeras anfractuosidades, apresentam nos seus flancos que formam o vale as três citadas furnas de desigual importância.

Na vertente meridional do vale a Cova da Raposa, a maior das três furnas, tem a sua dupla abertura voltada ao Norte e dando para um pequeno terraço cortada a meio por um curioso arco natural, esculpido na rocha, lembrando um arco butante de catedral gótica, bastante largo na parte superior e adelgaçando para a base que está desviada da prumada para o lado do poente.

As duas grutas são separadas, da boca até cerca de 4m para o interior, por rocha perfurada num e noutro lado e em diversos pontos por pequenas aberturas, que a atravessam.

A Cova do Biguino, é uma gruta mais regular, situada na encosta Norte com a boca voltada para Sudoeste e abrindo num pequenino terraço a uma altura superior a uns 10m à da fronteira Cova da Raposa.

Dum modo geral, foram recolhidos nestas grutas, ossos humanos e de animais, instrumentos de silex, cerâmica, contas e alguns objectos de diorite, e nas estações de superfície, diversos instrumentos de silex e principalmente cerâmica. Não nos foi possível constatar no local a existência de rocha contendo silex, mas é natural o seu encontro nas vizinhas camadas de calcário turoniano à semelhança do que sucede com as camadas desse calcário existentes, por exemplo, nas proximidades de Paço de Arcos que apresentam nódulos de sílex, a menos de que os sílices de que esses povos dispunham, provenham do comércio com os vizinhos, vivendo mais para o Sul, que lhes trariam os núcleos, matéria prima para muitas das suas armas e instrumentos.

Os instrumentos líticos encontrados não são suficientes para caracterizar, dentro do neolítico, uma época, pois que se reduzem a um machado, fragmentos doutros, pilões, facas, raspadores, lascas e núcleos de silex, percutores e algumas contas, com persistência de tipos do paleolítico nalguns casos. Já porém, a cerâmica, infelizmente muito fragmentada é, a nosso ver, pela sua ornamentação, mais característica." - Retirado do site da União das Freguesias de Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar.

 

 Povoado fortificado da Serra de Olelas:

O arqueossítio designado por "Complexo arqueológico de Olelas (Serra de Olelas)" reporta-se a um povoado fortificado e a dois monumentos de planta circular escavados nos anos cinquenta por Eduardo da Cunha Serrão e Eduardo Prescott Vicente, que os interpretaram, então, como monumentos sepulcrais.
Contudo, as escavações conduzidas no local por João Ludgero Marques, entre os finais da década de oitenta e os inícios dos anos noventa, colocaram a descoberto alguns troços de muralha e uma "semi-torre" a eles adossada, obrigando, por conseguinte, a uma revisão do entendimento anterior e a própria análise das estruturas circulares como partes integrantes de um hipotético complexo sistema defensivo calcolítico (GONÇALVES, J.L.M., 1993, p. 38), de configuração quadrangular e complementado pelas duas falésias rochosas aí existentes.
Inserido no contexto das comunidades desenvolvidas no Ocidente Peninsular entre os 4.º e o 3.º milénios a.C., este povoado faria, certamente, parte de uma rede mais alargada de pequenos povoados, mas cujo desconhecimento tem decorrido, sobretudo, do facto de os localizados em altura apresentarem uma monumentalidade aparentemente ausente naqueles. Uma abordagem que se adequará, no fundo, às leituras efectuadas nos últimos anos na nossa Arqueologia, onde, no âmbito de uma interpretação pós-processual, se têm analisado as ocorrências escavadas de um ponto de vista menos determinista e mais heterogéneo, respeitando as especificidades naturalmente imputadas a cada região e às necessidades próprias de cada comunidade que neles habitava, como tantos outros povoados, fortificados, ou não, defensivos, ou não, atendendo à sua plurifuncionalidade. Em todo o caso, os dados colhidos no povoado de Olelas parece evidenciar uma realidade comum a muitos outros arqueossítios similares: o seu abandono ainda em pleno Calcolítico, embora as suas causas ainda não sejam totalmente compreensíveis.
Quanto ao espólio exumado no local, destaca-se um ídolo de cornos, característico deste horizonte cultural da Península de Lisboa, encontrado em 1992 no interior da "semi-torre" e na unidade estratigráfica calcolítica, imediatamente sobreposta à neolítica. Além deste artefacto, as investigações realizadas em meados do século XX (vide supra) permitiram recolher diversos fragmentos de cerâmica incisa e impressa, aparentemente associados a vasos de bordo denteado e a taças carenadas (CARDOSO, J.L., 1994, p. 63). [AMartins]

- Retirado do site da DGPC 

 

Uma visita a esta serra e a este vale em particular, é uma experiencia inesquecivel tal a quantidade de pontos de interesse historico e paisagistico que podemos encontrar.

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 11:35
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Janeiro 18 2016

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Real Sitio de Aranjuez (Paisagem Cultural Património da Humanidade), a 47 quilómetros a Sul da Capital e junto ao Rio Tejo, num local onde já faziam as “escapadas” os Reis Católicos, Isabel e Fernando, Juan de Herrera ergueu para Filipe II o Aposento Real e o Jardim Botânico, aproveitando a bondade climatérica da várzea. No século XVIII, e para agradecer o apoio da povoação à sua causa na Guerra da Sucessão, o Bourbon Felipe V trouxe para Aranjuez o centro da corte, e o seu filho Carlos III terminou as duas alas do actual Palácio Real, sobre os restos do aposento de Felipe II, assolado por um incêndio em 1655. Carlos IV culminou a obra do Jardim do príncipe e a Casa do Lavrador.

A escadaria, o Salão do Trono, o Gabinete Chinês e o Gabinete Árabe são alguns dos principais centros de interesse deste sumptuoso palácio que se debruça, da sua fachada oriental, ao Jardim do Relvado, culminado pela Fonte de Hércules, dos finais do século XVIII, e do qual se acede ao Jardim da Ilha, onde plantas, estátuas e repuxos compõem um ambiente carregado de magia. Villanueva desenhou para Carlos IV o Jardim do Príncipe, anexo, sobre a horta de Fernando VI, onde se situam o Museu das Faluas - testemunho do sonho dos reis espanhóis de fazer comunicar o centro de Espanha com o oceano – e a caprichosa Casa do Lavrador.

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:03

Janeiro 07 2016

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O Mosteiro de São Lourenço de El Escorial representa o exemplo mais puro do coração castelhano que dava aso ao reinado de Felipe II. O estilo desta obra monumental, iniciada por Juan Bautista de Toledo e terminada por Juan de Herrera em 1563, marcará poderosamente muitas outras edificações dos Austrias Espanhóis. Ao esplendor dos seus catorze pátios, mil portas e duas mil janelas há que somar, aliás, a sua função como Panteão dos Reis de Espanha, desde Carlos I até aos nossos dias.

A fachada principal, situada a Oeste, consta de três portais. O mais importante deles coroado por um frontão com a figura de São Lorenzo e o escudo real de Felipe II, dá acesso ao Pátio dos Reis, que se abre sobre a espectacular porta da basílica, onde David e Salomão, no centro, presidem ao cortejo dos seis reis da Judeia, que se debruçam sobre o pátio. De planta grega com três naves, a basílica tem uma cúpula de 92 metros, construída similarmente à de São Pedro do Vaticano.

O claustro e o Pátio dos Evangelistas fazem a comunicação entre a basílica e o mosteiro. Aqui são de destacar a escadaria principal com frescos na abóbada, a sacristia e as salas capitulares, onde existem pinturas de Tiziano, El Grego, Ribera, Velásquez e Tintoretto.

Na zona palaciana surpreende o contraste entre a austeridade das habitações de Felipe II e o luxo do palácio dos Bourbons Carlos III e Carlos IV, ornamentado com com esplêndidas tapeçarias de Goya, Bayeu e Castillo. A Sala do trono, a Biblioteca e a câmara onde morreu Felipe II, em Setembro de 1598, completam o percurso por este conjunto monumental.

Finalizei subindo ao monte Abantos, na Serra de Guadarrama, para de um miradouro poder admirar este magnifico monumento património mundial...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:22

Dezembro 14 2015

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publicado por blackcrowes às 16:52
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Setembro 25 2015

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 O percurso inicia-se num arboreto constituído por carvalho alvarinho e negral, junto à Igreja de Carvalhais. Segue para a povoação de Roçadas, onde encontramos a capela de Nª Srª do Resgate, pertencente à Quinta das Roçadas. Daqui partimos em direcção ao Castro da Cárcoda.

Logo após, descemos até ao Bioparque de S. Pedro do Sul, onde podemos encontrar um parque de merendas, parque infantil, piscinas, e outras infra-estruturas de lazer e recreio. Deste ponto, e quem quiser, pode seguir por um estradão florestal que permite circundar uma parte da Serra da Arada.

Saindo do Bioparque, enveredamos em direcção á aldeia do Pisão, até ao ponto de partida em carvalhais, sem antes passar pelo Caminho das Rãs, com os seus moinhos de água em ruínas, ao longo da margem da Ribeira da Contença. (retirado do site da C.M.São Pedro do Sul)

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 10:26

Setembro 15 2015

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“O percurso do Vouga tem aproximadamente 3 Km, sempre planos. Ao longo do percurso, painéis de interpretação permitem descobrir a natureza com outros olhos. O Vouga desvenda alguns dos seus segredos, revelando um mundo surpreendente, onde animais e plantas encontram o seu refúgio, num universo em tons de verde com o murmúrio do rio a acompanhar os nossos passos” -  C.M.São Pedro do Sul

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:28

Agosto 14 2015

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Uma das experiências mais singulares e marcantes na Grécia é fazer a viagem de comboio turístico que liga Diakofto a Kalavrita no Peloponeso.

São 22km de tuneis(14) e pontes, acompanhando sempre um rio de águas revoltas, com uma paisagem deslumbrante, toda a viagem desde Diakoto na costa, até Kalavrita nas montanhas é feita através de um desfiladeiro profundo, que parece tirado de um filme do velho oeste.

Construído por engenheiros italianos no final do séc. XIX, possui um sistema de cremalheira para vencer as subidas, que ajuda a vencer inclinações superiores a 10%, neste caso a maior é de 17,5%, como que um terceiro carril que engata por baixo da composição ajudando-a. Se em zonas de menor inclinação o comboio atinge 40Km/hora nas maiores não atinge mais de 12km/hora.

Com uma única paragem a meio do percurso, na aldeia de montanha de Zachlorou para quem quer fazer a subida a pé de 45m para o mosteiro de Mega Spilau. Na chegada a Kalavrita é possível subir facilmente a montanha (de carro) até aos 2224m de altitude do monte Erymanthos, e observar a pista de esqui numa paisagem alpina, com pinheiros nórdicos e chalets de madeira que nos transporta para outros países e latitudes. Na beira da estrada somos lembrados através de um monumento do massacre feito pelas tropas nazis, que em 13 de Dezembro de 1943, chacinaram todos os homens e rapazes acima dos 14 anos, desta aldeia num total de 696, depois de os separaram das mulheres, de seguida queimaram toda a aldeia.

 

 

publicado por blackcrowes às 15:17

Abril 16 2015

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No topo da Serra de Carnaxide temos uma das melhores vistas sobre Lisboa, o Tejo, a margem sul e a costa de Oeiras. Para além dos valores naturais podemos encontrar diversos aquedutos.

O Aqueduto de Carnaxide foi mandado construir por D. José I no século XVIII. Trata-se de um aqueduto subterrâneo, que conduz a água da nascente, localizado a cerca de 1 km da entrada da galeria do sítio designado das Francesas, até ao chafariz situado na zona antiga de Carnaxide.

São apenas visíveis três clarabóias que assinalam exteriormente o curso da água. A mina mãe-de-água, feita em cantaria, constitui uma bela peça de arquitectura do século XVIII. O seu interior é ocupado por bancos em pedra e um tanque – reservatório das águas que se dirigem para o chafariz.Edição CMO “ Património – História” Dra. Filomena Serrão

 

Há 70 milhões de anos, um vulcão residente na zona de Carnaxide entrou em erupção lançando a sua lava até Mafra e deixando água de qualidade na sua terra. A serra de Carnaxide, de onde vinha um braço de água para o Aqueduto de Caneças, dava de beber à capital do país e para retribuir a amabilidade, D. José I mandou construir um aqueduto só para ela! As obras começaram em 1765 e no ano seguinte inaugurou-se o aqueduto e o chafariz onde chegava fresca e pura a água da serra. Hoje a água foi considerada «imprópria para consumo», mas ainda se pode ler no frontispício da fonte, em latim inscrito numa placa de pedra, que «O fidelíssimo Rei D. José I, liberal, magnifico e piedoso, mandou que para utilidade deste povo, corresse livre esta água. Ano do Senhor de 1766».Livro Memórias de Carnaxide – Novembro de 2005 – João Figueiredo e Sofia Santos

 

Os textos acima foram retirados do site da Junta de Freguesia de Carnaxide, onde podemos encontrar variada informação sobre a sua zona histórica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 12:01
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Março 10 2015

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   Consultados livros e sites sobre o assunto, descobri a presença romana na Serra da Carregueira, nomeadamente a estrada e minas de granadas do Monte Suimo.
   Já há alguns anos que tentava descobrir o preciso local das minas, por conversa com um amigo que já lá tinha ido, mas também por procurar em imagens de satélite, onde poderia ser, pois estou a falar de um grande buraco escavado no solo, que veio a originar um vale ainda grande e inteiramente arborizado (as copas das árvores não atingem o topo do buraco escavado). Após 2 ou 3 tentativas fiquei com a certeza que só poderia ser num sítio e lá fui acompanhado pelo meu irmão á procura das minas romanas de granadas da serra da Carregueira.
   As granadas foram exploradas nesta zona à cerca de 2000 anos, sendo esta actividade já referida por Gaius Plinius Secundus (23-79dC) e outros autores antigos. Aquando do corte da rocha ficou visível uma entrada de gruta pela qual entrámos, devido a não termos outra luz que não a dos telemóveis apenas avançámos cerca de 8 metros, aqui ficam as fotos para terem uma ideia…
   E para premiar a minha perseverança na tentativa de descobrir as minas fui premiado com a surpresa de descobrir um amiguinho no tecto da gruta… 
Mais informação sobre o local vejam - http://www.gem.pt/joomla/index.php/actividades/montanhismo/trekking/152-caminhada-serra-da-carregueira-e-quinta-da-fonteireira

 

 

publicado por blackcrowes às 16:40

Fevereiro 12 2015

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 O percurso pedestre da Cegonha é um trilho de cerca de 8,5Km, de Coruche, que ao longo do rio Sorraia percorre terrenos de cultivo de milho e arrozais, uma maneira de conhecer estas belas paisagens de amplas panorâmicas.

Aqui fica o link da C. M. de Coruche para aceder ao pdf do percurso -

http://www.corucheinspiraturismo.pt/_uploads/interior_pr1_cegonha.pdf  

publicado por blackcrowes às 17:13

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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