Maio 18 2010

 

 

 

 

 

 

 

Alpedrinha, vila encantadora, rodeada de pinheiros e pomares, abrigada dos frios do norte, assente num pendor brando da serra da Gardunha, a 500 metros de altitude.

A vila é cheia de curiosidades arqueologicas e artisticas. Entre as mais antigas conta-se um troço de estrada romana, calçada de longas lajes, que ao fundo da povoação trepa em curva para o cimo do pequeno outeiro onde existe, em maravilhosa situação, com vistas panorâmicas deslumbrantes, um palácio do século XVIII (fotos 1 e 2 recentemente recuperado). No sopé deste outeiro, encastoado na terra e como que segurando a referida estrada, ergue-se monumental e bem conservado, em maciça cantaria de granito, de original composição arquitectonica, um chafariz do tempo de D. João V, com três bocas de fonte, de bronze, três lances na altura, vasto e bem proporcionado (foto 3). - No "Guia de Portugal III - Beira Baixa e Beira Alta"  de 1924 reedição Fundação Calouste Gulbenkian

publicado por blackcrowes às 12:04

Maio 14 2010

 

 

 

 

 

 

A Capela do Leão, talvez assim designada pela escultura patente, representando um desses animais, ou em memória do Cardeal (D. Jorge da Costa), cujas armas ostenta, é a peça capital que a vila conserva.

Metido num recanto, com grade exterior a defendê-lo (fotos 1 e 2), tem um formoso portal trabalhado em granito escuro e duro da região, de perfeito estilo Renascença. Em nicho aberto, sobre a porta vê-se uma imagem em mármore branco, de Santa Catarina, e sob a cornija, ladeando pilastras lavradas, dois óculos ou medalhões emolduram dois bustos humanos em relevo (foto 3).

No interior da capela guarnecida de azulejos e imagens, com uma bonita e alta grade dourada e da época, a separa a nave da capela-mor, encontra-se um valioso retábulo pintado em tábuas do séc. XVI com seis painéis. O tecto da capela-mor é de estilo gótico com um florão com ar armas de D. Jorge da Costa. - No "Guia de Portugal III - Beira Baixa e Beira Alta"  de 1924 reedição Fundação Calouste Gulbenkian

publicado por blackcrowes às 15:00

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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