Outubro 21 2014

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As dunas do Guincho-Cresmina são uma pequena parcela do complexo Guincho-Oitavos localizado no Parque Natural de Sintra-Cascais. Este sistema dunar é bastante particular pois a areia proveniente das praias do Guincho e da Cresmina retorna ao mar mais a sul – entre Oitavos e Guia, após migrar sobre a plataforma rochosa aplanada do Cabo Raso. Designa-se por corredor eólico dunar Cresmina-Oitavos.


Os cordões dunares são estruturas geológicas frágeis mas muito importantes, uma vez que assumem um papel de proteção dos terrenos interiores da subida do nível do mar.

Como tal, as dunas do Guincho-Cresmina são um sistema ativo e extremamente instável devido à constante mobilização de partículas arenosas pelos fortes ventos que se apresentam com orientação noroeste-sudeste. A existência de barreiras impermeáveis estreitou o corredor de transporte de areia acelerando a sua dinâmica. Com a velocidade dos ventos a aumentar, a deposição de sedimentos passou a efetuar-se numa zona mais afastada da linha de costa com consequente diminuição da área de praia. Estudos revelam que a duna da Cresmina avança na direção norte-sul, em alguns sentidos, cerca de 10 metros por ano. São dados que, a longo prazo, podem ter efeitos dramáticos no que respeita a perda de solos aráveis, infraestruturas e habitações.

Por serem sistemas muito dinâmicos, os seus habitats naturais apresentam um delicado equilíbrio ecológico, segundo um gradiente de solo pobre (areias) e condições climatéricas adversas (ventos fortes carregados de sal). Para além disso devido à grande pressão humana no local essa vegetação está muito fragmentada e alterada devido à introdução de espécies sem interesse conservacionista. Ao sistema dunar encontra-se associada uma fauna diversificada, desde insetos, pequenos répteis, aves e seus predadores. Retirado do Site da C. M. Cascais

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:45

Maio 08 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

“A plataforma rochosa da zona entre a praia da Parede e a praia de São Pedro do Estoril é uma área muito rica em termos de biodiversidade devido às suas características biofísicas únicas na costa de Cascais.

 

É uma zona de pequeno areal marcada a sul por uma plataforma rochosa, intertidal - uma zona entre marés -, extensa, em degraus, que fica gradualmente exposta e que se constitui numa área de transição entre o mar e a terra e que se confunde ao ritmo das marés. Um habitat de fauna e flora muito estudados pela comunidade científica, zona de maternidade de várias espécies, algumas raras, propiciada pela manutenção de poças de água ao longo dos sulcos das rochas, a norte é marcada por falésia onde crescem as avencas, que deram o nome à praia.

 

Desde 1998 que a zona classificada está classificada pelo plano de Ordenamento da Orla Costeira como Zona de Interesse Biofísico das Avencas.

Trata-se de um ecossistema frágil e muito sensível à acção humana. Sendo factores de maior pressão a construção desorganizada, a remoção de plantas necessárias para fixar o solo, a pesca não autorizada, o pisoteio e o lixo deixado na praia.” – Retirado do painel informativo existente na praia e no site do jornal Público.

 

 

publicado por blackcrowes às 16:12
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Janeiro 31 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

Continuando no tema do "post" anterior aqui está registado fotograficamente mais um troço da Grande Rota 11 - Caminho do Atlãntico, desta vez efectuei o percurso entre Stº Amaro de Oeiras e Cascais.

Fui sempre acompanhado por um mar de Inverno que me proporcionou fantásticos momentos que aqui ficam...

publicado por blackcrowes às 14:09

Maio 29 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

A Quinta do Pisão, situa-se a norte do Concelho de Cascais na Serra de Sintra, possui 450 hectares de àrea, inserido no Parque natural de Sintra Cascais.

Em tempos dedicada à actividade agro-silvo-pastoril, representa um património importante, tanto na organização estrutural da paisagem, compartimentação e uso racional, como na presença de ruínas de valor cultural e arquitectónico.

A intervenção humana neste território resultou no surgimento de novos habitats e nichos ecológicos, que são hoje importantes para a preservação da natureza. No entanto, a interrupção de práticas agrícolas, bem como a gestão da floresta, provocaram o declínio dos agro-sistemas e da biodiversidade associada.

Toda a Quinta do Pisão está aberta à visitação, potenciando o turismo de natureza e dinamizando actividades lúdico-pedagógicas, através de uma rede de trilhos de interpretação ecológica, percursos pedonais, cicláveis e equestres.

O projecto de recuperação do espaço inclui também a reabilitação do património arquitectónico associado ao Casal de Porto Côvo (século XVI), nomeadamente a capela e edifícios vizinhos, assim como todos os edifícios e equipamentos utilizados para dar apoio às actividades agrícolas (estábulos, eiras, fornos, poços, entre outros). Serão desenvolvidos núcleos museológicos que ajudarão a interpretar a presença do Homem no território e os seus usos, como os Fornos de Cal e as Azenhas. A Gruta de Porto Côvo será igualmente alvo de recuperação e apresentação museológica.

A Quinta do Pisão revela-se, assim, como uma grande oportunidade e uma mais-valia para a área metropolitana de Lisboa, visto que é o maior espaço natural acessível ao público inserido em área protegida, preparado para receber visitantes e com uma gestão única no que respeita à diversidade de habitats, de paisagem e de ecossistemas. – no site da C. M. Cascais - http://www.cm-cascais.pt/

 

Há alguns anos conheci este espaço através de um acampamento de escutista, mas na altura não me tinha apercebido de todas as suas potencialidades. É uma quinta enorme, cujo centro localizado num planalto, com uma vista fantástica para a Serra de Sintra para um lado e para a costa de Cascais para outro, com uma escala esmagadora, e que em tempos foi uma seara ao lado da qual está a maior eira que alguma vez vi.

Com diversos trilhos florestais e diversos prados que nesta altura do ano se apresentam floridos por cores primaveris (alvo de um futuro post nesta blog) recomendo a visita… a entrada principal faz-se junto á barragem do Rio da Mula na estrada da Lagoa Azul – Sintra

publicado por blackcrowes às 14:31

Março 29 2010

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:09
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Janeiro 07 2010

 

publicado por blackcrowes às 15:23
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Outubro 13 2009

 

 

   Localizado numa falésia sobre o mar, na estrada do Guincho o Forte de Oitavos é um reduto de defesa da barra do rio Tejo, do século XVII, normalmente era guarnecido por um cabo, três artilheiros e dezoito soldados, com quatro peças de artilharia.

     É actualmente um bonito museu da C.M. Cascais, cuja entrada é gratuita. 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:40
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"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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