Janeiro 18 2016

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Real Sitio de Aranjuez (Paisagem Cultural Património da Humanidade), a 47 quilómetros a Sul da Capital e junto ao Rio Tejo, num local onde já faziam as “escapadas” os Reis Católicos, Isabel e Fernando, Juan de Herrera ergueu para Filipe II o Aposento Real e o Jardim Botânico, aproveitando a bondade climatérica da várzea. No século XVIII, e para agradecer o apoio da povoação à sua causa na Guerra da Sucessão, o Bourbon Felipe V trouxe para Aranjuez o centro da corte, e o seu filho Carlos III terminou as duas alas do actual Palácio Real, sobre os restos do aposento de Felipe II, assolado por um incêndio em 1655. Carlos IV culminou a obra do Jardim do príncipe e a Casa do Lavrador.

A escadaria, o Salão do Trono, o Gabinete Chinês e o Gabinete Árabe são alguns dos principais centros de interesse deste sumptuoso palácio que se debruça, da sua fachada oriental, ao Jardim do Relvado, culminado pela Fonte de Hércules, dos finais do século XVIII, e do qual se acede ao Jardim da Ilha, onde plantas, estátuas e repuxos compõem um ambiente carregado de magia. Villanueva desenhou para Carlos IV o Jardim do Príncipe, anexo, sobre a horta de Fernando VI, onde se situam o Museu das Faluas - testemunho do sonho dos reis espanhóis de fazer comunicar o centro de Espanha com o oceano – e a caprichosa Casa do Lavrador.

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:03

Janeiro 07 2016

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O Mosteiro de São Lourenço de El Escorial representa o exemplo mais puro do coração castelhano que dava aso ao reinado de Felipe II. O estilo desta obra monumental, iniciada por Juan Bautista de Toledo e terminada por Juan de Herrera em 1563, marcará poderosamente muitas outras edificações dos Austrias Espanhóis. Ao esplendor dos seus catorze pátios, mil portas e duas mil janelas há que somar, aliás, a sua função como Panteão dos Reis de Espanha, desde Carlos I até aos nossos dias.

A fachada principal, situada a Oeste, consta de três portais. O mais importante deles coroado por um frontão com a figura de São Lorenzo e o escudo real de Felipe II, dá acesso ao Pátio dos Reis, que se abre sobre a espectacular porta da basílica, onde David e Salomão, no centro, presidem ao cortejo dos seis reis da Judeia, que se debruçam sobre o pátio. De planta grega com três naves, a basílica tem uma cúpula de 92 metros, construída similarmente à de São Pedro do Vaticano.

O claustro e o Pátio dos Evangelistas fazem a comunicação entre a basílica e o mosteiro. Aqui são de destacar a escadaria principal com frescos na abóbada, a sacristia e as salas capitulares, onde existem pinturas de Tiziano, El Grego, Ribera, Velásquez e Tintoretto.

Na zona palaciana surpreende o contraste entre a austeridade das habitações de Felipe II e o luxo do palácio dos Bourbons Carlos III e Carlos IV, ornamentado com com esplêndidas tapeçarias de Goya, Bayeu e Castillo. A Sala do trono, a Biblioteca e a câmara onde morreu Felipe II, em Setembro de 1598, completam o percurso por este conjunto monumental.

Finalizei subindo ao monte Abantos, na Serra de Guadarrama, para de um miradouro poder admirar este magnifico monumento património mundial...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:22

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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