Abril 16 2015

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No topo da Serra de Carnaxide temos uma das melhores vistas sobre Lisboa, o Tejo, a margem sul e a costa de Oeiras. Para além dos valores naturais podemos encontrar diversos aquedutos.

O Aqueduto de Carnaxide foi mandado construir por D. José I no século XVIII. Trata-se de um aqueduto subterrâneo, que conduz a água da nascente, localizado a cerca de 1 km da entrada da galeria do sítio designado das Francesas, até ao chafariz situado na zona antiga de Carnaxide.

São apenas visíveis três clarabóias que assinalam exteriormente o curso da água. A mina mãe-de-água, feita em cantaria, constitui uma bela peça de arquitectura do século XVIII. O seu interior é ocupado por bancos em pedra e um tanque – reservatório das águas que se dirigem para o chafariz.Edição CMO “ Património – História” Dra. Filomena Serrão

 

Há 70 milhões de anos, um vulcão residente na zona de Carnaxide entrou em erupção lançando a sua lava até Mafra e deixando água de qualidade na sua terra. A serra de Carnaxide, de onde vinha um braço de água para o Aqueduto de Caneças, dava de beber à capital do país e para retribuir a amabilidade, D. José I mandou construir um aqueduto só para ela! As obras começaram em 1765 e no ano seguinte inaugurou-se o aqueduto e o chafariz onde chegava fresca e pura a água da serra. Hoje a água foi considerada «imprópria para consumo», mas ainda se pode ler no frontispício da fonte, em latim inscrito numa placa de pedra, que «O fidelíssimo Rei D. José I, liberal, magnifico e piedoso, mandou que para utilidade deste povo, corresse livre esta água. Ano do Senhor de 1766».Livro Memórias de Carnaxide – Novembro de 2005 – João Figueiredo e Sofia Santos

 

Os textos acima foram retirados do site da Junta de Freguesia de Carnaxide, onde podemos encontrar variada informação sobre a sua zona histórica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 12:01
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Janeiro 31 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

Continuando no tema do "post" anterior aqui está registado fotograficamente mais um troço da Grande Rota 11 - Caminho do Atlãntico, desta vez efectuei o percurso entre Stº Amaro de Oeiras e Cascais.

Fui sempre acompanhado por um mar de Inverno que me proporcionou fantásticos momentos que aqui ficam...

publicado por blackcrowes às 14:09

Fevereiro 01 2011

 

  

 

 

  

 

 

 

O Lagar de Azeite do Palácio Marques de Pombal, recentemente recuperado usando técnicas e materiais próximos dos usados originalmente, é um exemplo de tecnologia de ponta a nível mundial à época.

A visita é iniciada com a projecção de um filme e complementada com painéis informativos existentes no local, mas acima de tudo pela recriação histórica.

Segue-se o texto de promoção da C. M. Oeiras que é elucidativo sobre este engenho.

 

“Renasce em Oeiras, o Lagar, peça fundamental no desenvolvimento pré-industrial da segunda metade do século XVIII. Recuperada a sua função e repostos os mecanismos de produção do azeite, pode agora ser revisitado.

Uma atafona de quatro galgas, duas prensas de vara com 10 metros de comprimento que levantam pesos de 2 toneladas do mais duro lioz à força de sarilhos que movem fusos de madeira com 3 metros de altura. Tudo isto para obter mais de 7 toneladas de pressão nas portas que extraem o azeite.”

 

 

publicado por blackcrowes às 12:15
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Agosto 09 2010

 

 

 

 

O Museu da Pólvora Negra em Barcarena possui uma peça que pela sua beleza me chamou a atenção, trata-se de um painel de azulejos do século XVIII, fazia parte da desaparecida capela da Fabrica da Pólvora, e tem o recorte de quem ladeava uma porta (foto 1).

Como o manuseamento de materiais explosivos é um risco elevado, tinha-se tendencia a invocar o divino de maneira a que as vidas dos trabalhadores estivessem salvaguardadas.

Assim são quatro os santos representados no painel, estão de pé sobre pedestais e empunham os ícones que os identificam. Temos Santa Catarina em cima no lado esquerdo é invocada em doenças, perigos e diversas aflições. Do outro lado à mesma altura está Santo António, com o livro (evangelhos) onde se senta o menino. Em baixo à esquerda está Santo Adriano (foto 2), soldado romano, com a espada do martírio na cabeça, é invocado contra a morte súbita. No lado oposto, está Santo André (foto 3) com a cruz do suplicio um santo guerreiro e curador.

A beleza da obra junta-se ao significado por traz de toda a simbologia, o facto de a todos os minutos estes trabalhadores arriscarem a sua vida, e imagino o que isso representava para os próprios e para as suas famílias diariamente, quando partiam caminho do trabalho.

Esta informação foi retirada de uma ficha do Museu da Pólvora Negra.

publicado por blackcrowes às 11:55
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Dezembro 30 2009

 

 

 

publicado por blackcrowes às 14:39
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Dezembro 15 2009

 

 

 

A Casa da Pesca situa-se nos jardins do lindíssimo Palácio Marquês de Pombal, inserida na Estação Agronómica Nacional, em Oeiras.
O
local verdejante está decorado com um lago artificial, e é composto por uma escadaria com paredes decoradas com bonita azulejaria azul e branca do século XVIII alusiva à Ilha dos Amores descrita por Luís de Camões nos Lusíadas.

Irei colocar aqui seguidamente mais fotografias de outros espaços da Estação Agronomica, um espaço fantástico e pouco conhecido.

 

publicado por blackcrowes às 14:20
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"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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