Abril 12 2016

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Extensão aproximada: 10,1 km.
Duração aproximada: 2h 30m
Grau de dificuldade: 2 
Tipo de itinerário: Linear
Ponto de partida / chegada: EN-10 – Vila Fresca de Azeitão – Quinta da Bacalhoa / EN-379 perto das aldeias de Irmãos e Oleiros
Pontos de interesse: panorâmica para sul 

Breve descrição: Junto ao Moinho do Cuco a poente, grande panorâmica sobre o Vale de Picheleiros e toda a vertente Norte das Serras da Arrábida e do Risco.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:54

Abril 01 2016

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Percurso pedestre circular de Pequena Rota, com início e chegada a Vila de Rei. Este trilho efectua-se ao longo da ribeira do Lavadouro, ribeira do Vale Feito e ribeiro da Vila. A natureza dotou generosamente este percurso, ao permitir com os seus caprichos, a formação de várias cascatas nos seus vales rochosos, com recantos e paisagens magníficas.

 

O facto de apresentar características diferenciadas confere um ambiente muito tranquilo e relaxante a este percurso, envolvido numa paisagem selvagem em que é possível associar o encanto das cascatas com a existência de numerosas aves e uma flora específica.

 

Retirado de -  http://www.cm-viladerei.pt/index.php/pt/visitar-2/percursos#percurso-de-pequena-rota-trilho-das-cascatas

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 12:17

Setembro 25 2015

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 O percurso inicia-se num arboreto constituído por carvalho alvarinho e negral, junto à Igreja de Carvalhais. Segue para a povoação de Roçadas, onde encontramos a capela de Nª Srª do Resgate, pertencente à Quinta das Roçadas. Daqui partimos em direcção ao Castro da Cárcoda.

Logo após, descemos até ao Bioparque de S. Pedro do Sul, onde podemos encontrar um parque de merendas, parque infantil, piscinas, e outras infra-estruturas de lazer e recreio. Deste ponto, e quem quiser, pode seguir por um estradão florestal que permite circundar uma parte da Serra da Arada.

Saindo do Bioparque, enveredamos em direcção á aldeia do Pisão, até ao ponto de partida em carvalhais, sem antes passar pelo Caminho das Rãs, com os seus moinhos de água em ruínas, ao longo da margem da Ribeira da Contença. (retirado do site da C.M.São Pedro do Sul)

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 10:26

Setembro 15 2015

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“O percurso do Vouga tem aproximadamente 3 Km, sempre planos. Ao longo do percurso, painéis de interpretação permitem descobrir a natureza com outros olhos. O Vouga desvenda alguns dos seus segredos, revelando um mundo surpreendente, onde animais e plantas encontram o seu refúgio, num universo em tons de verde com o murmúrio do rio a acompanhar os nossos passos” -  C.M.São Pedro do Sul

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:28

Fevereiro 12 2015

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 O percurso pedestre da Cegonha é um trilho de cerca de 8,5Km, de Coruche, que ao longo do rio Sorraia percorre terrenos de cultivo de milho e arrozais, uma maneira de conhecer estas belas paisagens de amplas panorâmicas.

Aqui fica o link da C. M. de Coruche para aceder ao pdf do percurso -

http://www.corucheinspiraturismo.pt/_uploads/interior_pr1_cegonha.pdf  

publicado por blackcrowes às 17:13

Outubro 21 2014

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As dunas do Guincho-Cresmina são uma pequena parcela do complexo Guincho-Oitavos localizado no Parque Natural de Sintra-Cascais. Este sistema dunar é bastante particular pois a areia proveniente das praias do Guincho e da Cresmina retorna ao mar mais a sul – entre Oitavos e Guia, após migrar sobre a plataforma rochosa aplanada do Cabo Raso. Designa-se por corredor eólico dunar Cresmina-Oitavos.


Os cordões dunares são estruturas geológicas frágeis mas muito importantes, uma vez que assumem um papel de proteção dos terrenos interiores da subida do nível do mar.

Como tal, as dunas do Guincho-Cresmina são um sistema ativo e extremamente instável devido à constante mobilização de partículas arenosas pelos fortes ventos que se apresentam com orientação noroeste-sudeste. A existência de barreiras impermeáveis estreitou o corredor de transporte de areia acelerando a sua dinâmica. Com a velocidade dos ventos a aumentar, a deposição de sedimentos passou a efetuar-se numa zona mais afastada da linha de costa com consequente diminuição da área de praia. Estudos revelam que a duna da Cresmina avança na direção norte-sul, em alguns sentidos, cerca de 10 metros por ano. São dados que, a longo prazo, podem ter efeitos dramáticos no que respeita a perda de solos aráveis, infraestruturas e habitações.

Por serem sistemas muito dinâmicos, os seus habitats naturais apresentam um delicado equilíbrio ecológico, segundo um gradiente de solo pobre (areias) e condições climatéricas adversas (ventos fortes carregados de sal). Para além disso devido à grande pressão humana no local essa vegetação está muito fragmentada e alterada devido à introdução de espécies sem interesse conservacionista. Ao sistema dunar encontra-se associada uma fauna diversificada, desde insetos, pequenos répteis, aves e seus predadores. Retirado do Site da C. M. Cascais

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 16:45

Agosto 28 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

"Tudo nesta aldeia sempre girou em torno da água. Hoje é sinónimo de lazer e a razão perfeita para uma visita prolongada. Principalmente nos dias quentes de Verão: Mosteiro goza do privilégio de ter uma praia dentro da povoação.

Mosteiro é uma pequena localidade de cariz rural, onde a água e a agricultura são elementos fundamentais que condicionaram positivamente o seu desenvolvimento, possuindo o maior regadio do concelho de Pedrógão Grande. A Aldeia do Mosteiro desenvolveu-se na margem direita da ribeira de Pera. Os terrenos férteis situados perto do leito da ribeira, promoveram a criação de hortas e moinhos que sustentavam a população da aldeia que vivia da agricultura de subsistência. Por isso mesmo, visita obrigatória são os moinhos, as levadas, os lagares e regadios que serviram como infraestruturas base durante séculos para a sustentação desta aldeia, e que agora servem de polos de atração turística.

A implantação da povoação neste local tirou partido da configuração aberta do vale com a consequente disponibilização de terrenos agrícolas. Dividida pela ribeira, a parte da aldeia na margem esquerda apresenta uma malha urbana complexa e difusa que apenas se estrutura em redor da pequena igreja do recente edifício da Associação do Mosteiro ou da estrada que atravessa a povoação." - Em http://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/mosteiro

 

O pequeno trilho "PGR PR6 - Rumando Contra a Corrente em Direção ao Açude", é uma maneira admirável de conhecer a aldeia de Mosteiro, a ribeira de Pêra e a sua galeria de carvalhos, amieiros e salgueiros, bem como uma grande profusão de fetos e medronheiros. Podemos ver as marcas do homem com a sua simbiose com a natureza através de antigos sistemas de rega, com os seus açudes e levadas, bem como, as ruinas de velhos moinhos e de lagares de azeite. Ao longo do ano a mudança das estações transformam este percurso, pelo que é aconselhavel de o repetir em diferentes alturas. Posteriormente fiz o outro percurso da zona o "PGR PR5 na Senda da Ribeira de Pêra" que aqui colocarei oportunamente.

 

publicado por blackcrowes às 16:34

Agosto 13 2014

 

 

 

 

 

 

 

"A 10 km do Centro Geodésico de Portugal, a aldeia de Água Formosa esconde-se entre a Ribeira da Corga e a Ribeira da Galega, numa encosta soalheira. À chegada, recebe-nos o sossego, intercalado com o som da água por entre as pedras dos leitos das ribeiras.

Aqui ainda se encontram evidências das tradições antigas, como os vários fornos a lenha espalhados pela aldeia; mas também evidências de tradições ligadas à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia o melhor da relação entre Homem e Natureza. Ou não derivasse o nome da aldeia de aqui se encontrar uma fonte de água formosa.

Em Água Formosa, os declives das encostas são acentuados e os afloramentos rochosos uma constante. O casario encontra-se maioritariamente na margem esquerda da ribeira, tirando partido da sua exposição soalheira.

Nesta aldeia somos cativados pela sincera simpatia dos habitantes, pelo caminho calcetado que conduz à fonte de água puríssima, um antídoto para o calor que também mata a sede de descanso. Experimente ainda atravessar a ponte pedonal sobre a ribeira para apreciar uma outra perspectiva da aldeia.

Com a requalificação da aldeia surgiram novos habitantes: de quatro em 2002, a aldeia conta atualmente com nove habitantes permanentes. Uma unidade de alojamento surgiu num dos últimos anos. E uma a uma as restantes casas vão sendo recuperadas. Aos fins-de-semana chegam os residentes temporários, que partem com ânsia de em breve regressarem. Há novas  hortas à volta de toda a aldeia e árvores de fruto. A aldeia revive."

- retirado do site das Aldeias de Xisto - http://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/%C3%A1gua-formosa onde pode ser consultada mais informação, assim como a descrição do percurso pedestre:

 "O Caminho do Xisto de Água Formosa aproveita os antigos trilhos dos moleiros e agricultores que, num passado ainda recente, conduziam às azenhas e aos matos envolventes, às ribeiras da Galega e da Valada.

Saindo de Água Formosa caminhamos junto à Ribeira Galega seguindo este belo curso de água para montante. No caminho passamos por uma Fonte, que ainda hoje é usada pela população, e por alguns afloramentos rochosos de razoável dimensão. Mais à frente, junto à linha de água, seguimos uma levada que nos vai levar a um açude onde se podem ver as ruínas de uma azenha. O caminho segue sempre junto à ribeira conduzindo-nos até um antigo lagar de azeite que servia a população local. A partir deste ponto e até à aldeia de Vilar Chão o percurso segue à sombra de uma mancha de pinheiros mas sempre com a Ribeira da Valada por perto. Seguindo o antigo caminho, que unia Vilar Chão e Água Formosa, encontramos ainda uma outra fonte antes de tomar o caminho que já tínhamos percorrido e chegamos novamente a Água Formosa. Este Caminho do Xisto é um percurso circular, mais ou menos plano, com 7.43 km , que apresenta pequenos relevos acessíveis ao visitante. Em cada recanto encontrará fortes motivos de fruição de uma natureza que convida à contemplação."

 

publicado por blackcrowes às 15:03

Julho 31 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

Mapa do percurso tirada do site da C. M. Gavião

 

 

 

O PR1 - Arribas do Tejo de Gavião, é um magnifico percurso de 15km que percorre ambas as margens do rio. Com passagem pela barragem e castelo de Belver, a lindíssima praia do Alamal, quedas de água, antas com 5000 anos, uma ponte suspensa e um passadiço em madeira cravado na rocha na margem do Tejo... fantástico é de ficar com a alma cheia.

 

Para consultar o pdf com informações sobre o percurso - http://www.cm-gaviao.pt/pt/turismo/percurso-pedestre-arribas-do-tejo 

 

 

 

publicado por blackcrowes às 15:42

Maio 28 2014

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O Percurso dá a conhecer uma das mais belas regiões da planície Alentejana.


Vila Nova da Baronia, freguesia do Concelho de Alvito, apresenta passeios e história dignos de registo.


A Praça da República, com o seu Pelourinho, é o ponto de partida para este percurso, que concilia a paisagem humanizada e o património edificado, com a paisagem natural e o património rural.


Destacam-se ainda no centro histórico,  alguns monumentos como a Capela de Nª Sr.ª da Conceição e a  Igreja Matriz de Nª. Sr.ª da Assunção.
A paisagem de planície vai depois apresentado as suas surpresas e particularidades: trilhos com sombras e riachos, veredas com rouxinóis, garças, peneireiros e  coelhos, caminhos com alecrim e rosmaninho e algum sobro e azinho.


O ponto culminante do percurso é a seiscentista Ermida de Santa Águeda (que dá nome a esta Rota).  Neste local, somos convidados a momentos de aprazível repouso em harmonioso convívio com o edifício religioso e com a paisagem  envolvente. - Retirado do site da C. M. Alvito

 

 

publicado por blackcrowes às 10:23

"O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. É preciso recomeçar a viagem. Sempre." - Saramago
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